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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

3 hábitos diários que todo corretor de imóveis deve adotar


3 hábitos diários que todo corretor de imóveis deve adotar

3 hábitos essenciais para um bom corretor de imóveis
Como é a sua rotina trabalho? Você tem tarefas cotidianas que ajudam a deixar o seu dia-a-dia mais organizado e a melhorar o seu rendimento? Isso é muito importante para que o seu desempenho como corretor de imóveis seja o melhor possível. O segredo para alcançar bons resultados é simples: adote hábitos produtivos!

1. Dedique tempo as suas páginas pessoais na internet

Para vender bem, um corretor de imóveis deve ter uma ampla agenda de contatos. Uma maneira de conseguir isso é através da internet. Você pode criar um blog, um site pessoal ou usar as redes sociais. Tanto o blog, quanto o site ou as mídias sociais são ferramentas interessantes para quem quer fortalecer o próprio nome na web. Para quem trabalha com venda e locação de imóveis, isso é essencial. Você pode criar um blog para compartilhar conteúdos relevantes para clientes em potencial. Já as redes sociais podem ser usadas para que você se aproxime desse público.
Mas é muito importante que estas não sejam páginas criadas e abandonadas. Depois de criar o seu site, por exemplo, é preciso alimentá-lo com conteúdos relevantes. O mesmo vale para as redes sociais, que só são efetivas quando há interação. Faça disso um hábito diário: reserve um tempo do seu dia para responder comentários, pesquisar assuntos interessantes que possam se tornar posts e realizar outras tarefas relacionadas a suas páginas na web.

2. Registre todos os dados dos seus clientes

Quanto mais organizado é o seu trabalho, mais qualidade ele tem. Um passo importante para isso é criar o hábito de registrar todas as informações sobre os clientes que você atende. Sobre este assunto, existem duas dicas importantes:
  • Não deixe para fazer estes registros no final da semana.
  • Papéis soltos e agendas não são as melhores opções para guardar estas informações.
Se você espera muito tempo para registrar os dados de um cliente e as informações sobre o imóvel que ele espera comprar ou alugar, você corre o risco de esquecer informações importantes. O ideal é fazer estas anotações assim que a conversa acaba, por isso é importante que corretores façam desta tarefa um hábito. De preferência, faça estes registros em uma ferramenta de gestão (CRM) para evitar perda de dados importantes e para garantir o acesso rápido a elas sempre que necessário.

3. Revise a jornada de trabalho e planeje o dia seguinte

Planejamento também é algo que garante o seu sucesso como corretor. Em primeiro lugar, pare um tempo para avaliar seu dia de trabalho. O que poderia ter sido feito diferente? Que aspectos podem ser melhorados? Que atitudes renderam resultados positivos? Essa é uma reflexão necessária para evitar a repetição de erros e para que você saiba que ações dão certo e devem ser reforçadas.
Também é importante parar alguns minutos para planejar o próximo dia de trabalho. Escute o conselho de Abraham Lincoln: “Se eu tivesse oito horas para cortar uma árvore, passaria seis afiando meu machado”. Muitas vezes, o segredo do sucesso está na maneira como você se prepara para alcançá-lo.
Que hábitos já fazem parte da sua rotina de trabalho? Deixe sua resposta nos comentários abaixo!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Sites de imóveis crescem com uma mãozinha da crise

Sites de imóveis crescem com uma mãozinha da crise

Brian Requarth, criador do VivaReal

Germano Lüders / EXAME

Brian Requarth, criador do VivaReal

Brian Requarth, do VivaReal: ele usa até drones para filmar os imóveis

 Fabrício Bernardes Fabrício Bernardes, de Revista EXAME


São Paulo — Tem sido duro ganhar dinheiro com imóveis no Brasil. O preço dos apartamentos caiu, em média, 5% em 2015. Só em São Paulo 28.000 unidades estão encalhadas. A dívida das principais incorporadoras chegou ao recorde de 14 bilhões de reais. Mas os sites de anúncios imobiliários, uma versão 2.0 dos velhos classificados dos jornais, são vencedores improváveis.

Segundo os cálculos de especialistas no setor, nos últimos dois anos seu faturamento cresceu 50% e alcançou 400 milhões de reais. Apenas os três principais — VivaReal, Zap e Imovelweb — receberam 225 milhões de reais de investimento. Eles se beneficiam de um efeito da crise.

As incorporadoras pararam de lançar, mas não reduziram o marketing na mesma proporção. Precisam, afinal de contas, desovar um enorme estoque de imóveis já prontos — e os portais são um dos destinos de divulgação preferidos nessa hora, enquanto a mídia impressa é o destino predileto de quem lança novos empreendimentos. Construtoras como a paulistana Tecnisa dobraram seus investimentos em anúncios online desde 2013. 

Nesse mercado, ninguém cresce tanto nem recebeu tanto investimento quanto o VivaReal, criado em 2009 pelo americano Brian Requarth, de 34 anos. Durante a faculdade de estudos latino-americanos na Universidade de San Diego, Requarth conheceu sua futura mulher (uma estudante colombiana) e, logo depois, mudou-se para Bogotá.

Lá, viu que não existiam sites de classificados online como nos Estados Unidos — e, mesmo sem nenhum conhecimento de programação ou do mercado imobiliário local, criou o próprio site. Dois anos depois, mudou-se para o Brasil de olho num mercado muito maior.

Desde então, o VivaReal recebeu 74 milhões de dólares de fundos como o brasileiro Monashees Capital e o americano Spark, que já investiu em empresas como Twitter, Tumblr e Foursquare. Na sede da empresa, em São Paulo, Requarth construiu uma réplica do pequeno escritório de 10 metros quadrados em que trabalhou sozinho no início da companhia. “É para que os novos funcionários saibam de onde vim”, diz.

Sua maior inspiração é o empresário australiano Simon Baker, fundador do REA Group, empresa dona de 11 sites de classificados online em oito países. Em 2011, Requarth organizou um evento imobiliário em São Paulo e usou o dinheiro das entradas para bancar a vinda de Baker.

Assim como seus concorrentes, o VivaReal fatura vendendo espaço em seu site para imobiliárias e incorporadoras anunciarem o aluguel ou a venda de um imóvel. O desafio é fazer isso de forma atraente — a empresa usa até drones para filmar os imóveis — e conseguir fazer mais barulho do que as concorrentes.

Seguindo as instruções de Baker, o VivaReal tem 50 engenheiros e programadores que passam o dia revisando os algoritmos do site para ganhar destaque nas pesquisas do Google e nas redes sociais. Também adotou uma estratégia de expansão regional para se diferenciar do Zap Imóveis e do Imovelweb, que chegaram ao mercado antes. O VivaReal inaugurou 15 escritórios em capitais e em cidades do interior de São Paulo, como Campinas e Ribeirão Preto. E ofereceu meses grátis de anúncios nos primeiros meses.

A concorrência contra-atacou. O Zap Imóveis, do grupo de comunicações Globo, começou a patrocinar a Fórmula 1 e comprou dois sites em 2014 — o Pense Imóveis, de Santa Catarina, e o Sub100, do Paraná. O grupo argentino de mídia Navent, dono do Imovelweb, comprou três sites regionais nos últimos três anos.

Todos tentam repetir no Brasil o sucesso dos sites de classificados nos Estados Unidos. Lá, a crise de 2008 derrubou pela metade o investimento em anúncios de imóveis e impulsionou os sites. O REA Group, que chegou aos Estados Unidos em 2006, dobrou de tamanho desde 2010 e fatura 450 milhões de dólares. O Zillow cresceu dez vezes, para 326 milhões. Como é típico no mundo das startups, ninguém espera que tantos sites de imóveis sobrevivam. Alguma consolidação certamente virá.

Para manter o ritmo, o VivaReal lançou neste ano dois sites, um de decoração e outro de financiamento imobiliário. Não se sabe se será suficiente para continuar crescendo num mercado em depressão — mas que ele está sorrindo até agora, está.

O Porteiro corretor de imóveis

O Porteiro corretor de imóveis

Por:  Mercado Imobiliário 


No fim de semana, o porteiro do seu condomínio aparece todo arrumadinho e perfumado? Tanto capricho pode esconder uma questão polêmica. Com o aquecimento do mercado de compra e venda de imóveis, cresce também o número de empregados de edifícios que fazem o papel de corretores, auxiliando proprietários a conseguirem compradores. E sábado e domingo é quando a procura se intensifica.

Mas, enquanto muita gente não vê nada demais em pagar uma comissão por esse serviço, os corretores já declararam guerra aos porteiros que exercem informalmente sua profissão: no Rio, há dois anos o Conselho Regional de Corretores de imóveis (Creci-RJ) firmou um convênio com o Ministério Público para coibir essa atividade.

Neste período, já foram proferidas cerca de 300 sentenças de processos penais contra porteiros.

Em seu site, o Creci vai além: expõe um cartaz da chamada “Operação porteiro-corretor”, que informa as penalidades previstas em lei – o objetivo é que a peça seja impressa e fixada nos quadros de avisos dos prédios.

R$ 3 mil, o valor da comissão na Gávea

Há um mês, uma empresária que prefere não se identificar vendeu um apartamento de dois quartos, numa pequena rua da Gávea, com a intermediação do porteiro. O valor da venda foi de R$ 300 mil e ela pagou, ao empregado, uma comissão de R$ 3 mil – 1% do valor do imóvel, bem abaixo dos 6% usualmente cobrados pelos corretores.

– O imóvel estava alugado e, quando o inquilino saiu, comentei com o porteiro que ia vender. Ainda não tinha entrado em contato com corretores porque o apartamento estava em inventário. Mas logo o porteiro apareceu com vários pretendentes. Que toparam, inclusive, comprar em inventário. Quando fechei o negócio, ele me pediu a comissão – conta a empresária.

O presidente do Creci-RJ, Casimiro Vale, ressalta que a entidade tem participado de eventos voltados para síndicos, mostrando que o condomínio pode ser responsabilizado caso ocorra um problema mais sério: – Quando o porteiro abre a porta para qualquer pessoa interessada, a segurança do prédio fica exposta e, em caso de assalto, por exemplo, o morador pode mover ação contra o condomínio. Antes de levar alguém para a visita, o corretor faz todo um levantamento

Há riscos de entraves jurídicos, diz entidade

O presidente do Conselho Federal dos Corretores de imóveis (Cofeci), João Teodoro, garante que a reação dos corretores não se deve apenas à perda de mercado de trabalho: – Antigamente, o corretor aproximava partes.

Hoje, fazemos muito mais: obtivemos a regulamentação profissional porque o Congresso entende que a transação imobiliária é complexa, envolve conhecimentos técnicos, legislativos e mercadológicos. O comprador pode adquirir o imóvel com uma série de “pepinos” jurídicos, e nem ele nem o porteiro terão noção disso.

Teodoro ressalta, no entanto, que intermediar uma transação não é o mesmo que prestar informação: – O porteiro pode informar que há imóvel à venda ou para aluguel e até fornecer o contato do dono. Mas, se receber honorário por isso, mesmo na forma de agrado, estará exercendo nossa profissão ilegalmente.

 O assessor-jurídico do Sindicato dos Empregados em Edifícios do Município do Rio, Antonio Carlos da Costa, diz que, embora o sindicato não compactue com esse procedimento, compreende a dupla atividade: – O porteiro precisa ser cada vez mais especializado, conhecer segurança patrimonial e manusear equipamentos eletrônicos, mas só ganha cerca de R$ 500.

Atividade informal acontece mais em prédios pequenos da Zona Sul

Os porteiros-corretores atuam principalmente nos bairros da Zona Sul do Rio, onde é grande a procura por imóveis, e especialmente em prédios pequenos e com poucos moradores – o que aumenta as chances de o funcionário se ausentar da portaria de vez em quando.

Uma publicitária que é moradora do Jardim Botânico conta que já comprou e já vendeu apartamentos com a ajuda de porteiros em edifícios com esse perfil. Ela não considera essa atividade como um exercício da profissão de corretor, já que os funcionários não liam com nenhum tipo de documentação.

– Quando estava procurando imóvel para comprar, batia pernas pelo bairro e conversava com os porteiros. Oferecia um dinheiro para que me avisassem assim que um apartamento vagasse e, claro, pagava como havia prometido. Quando fechei negócio, acabei dando uma comissão para o funcionário pela ajuda. E fiz o mesmo para o que indicou compradores para o meu antigo imóvel. Muita gente faz isso – justifica ela.

Funcionários podem ser demitidos por justa causa

O presidente do Cofeci, João Teodoro, sustenta que tanto o comprador como o corretor correm riscos se não tiverem uma assessoria especializada.

– Para quem está comprando, o risco é mais imediato.

Caso ele compre, por exemplo, um imóvel sub judice, isto é, sob o exame da Justiça: ele paga o sinal do negócio e, de repente, não tem como reaver esse valor, muito menos em dobro, como reza o documento de Arras.

Mas o risco também é do vendedor do imóvel, diz ele: – O proprietário pode ter herdado o bem e, por exemplo, não saber que ele está sub judice e que, portanto, não pode ser vendido. Esse proprietário acabará sendo processado, o imóvel ficará obstruído sob pendência judicial e, no fim, ele ainda poderá responder por perdas e danos.

Alexandre Corrêa, presidente do Conselho de Relações do Trabalho do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi-Rio), que representa os condomínios e administradoras, lembra que, mesmo que não haja denúncia ao Ministério Público, os porteiros e zeladores que atuam como corretores estão sujeitos a demissão por justa causa: – Tanto porque estão expondo a segurança do prédio como por desvio de função.

O assessor jurídico do Sindicato dos Empregados em Edifícios do Município do Rio, Antonio Carlos Batista, entretanto, insiste que, “com salários baixos demais”, os porteiros são obrigados a fazer atividades extras.

– Eles acabam lavando vários carros por dia, para conseguir complementar a renda.

É claro que isso também não é função deles. A verdade é que os condomínios querem profissionais qualificados, mas não pagam o preço.

Projeto de lei tornava curso de segurança obrigatório

Em 2004, chegou a tramitar na Assembleia Legislativa um projeto de lei para aumentar a segurança dos condomínios, que obrigaria os síndicos do estado a matricularem seus porteiros e demais funcionários em cursos de segurança predial. O projeto de lei, que acabou não sendo aprovado, mexeria com os cofres dos quase 60 mil condomínios fluminenses, que precisariam pagar salários mais altos aos seus empregados.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Creci Minas Lança Fiscalização Expressa.

O projeto, que começou a funcionar em julho de 2015, já apresenta bons resultados
Visando agilizar o atendimento das denúncias formalizadas junto ao Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Minas Gerais, o superintendente do órgão, Ricardo Mendes, idealizou o projeto da chamada Fiscalização Expressa. Colocada em vigor em julho de 2015, a iniciativa busca apurar as denúncias recebidas em um prazo máximo de 72 horas, ou o mais rápido possível. “A implantação da Fiscalização Expressa serviu, para nós, como uma forma de fazer com que o corretor se sinta quase que imediatamente atendido pelo Creci Minas, e que, sobretudo, realize cada vez mais denúncias”, esclarece Ricardo.
Creci Minas Lança Fiscalização Expressa.
(foto: Tarcísio (ao centro), Ricardo (à esquerda) e o chefe do Departamento de Fiscalização, Marcos César Ferreira (terceiro da direita para a esquerda), ao lado dos fiscais de Belo Horizonte)
O projeto é executado pelo diretor de Fiscalização do Creci -MG, Tarcísio Sanglard, junto com o departamento de fiscalização da instituição. A iniciativa é realizada tanto na capital mineira, quanto nas cidades do interior, estas, por meio dos agentes fiscais lotados nas delegacias. “A Fiscalização Expressa traz uma maior agilidade para as denúncias e a oportunidade do denunciante ter o retorno horas depois das medidas que serão adotadas naquele caso”, ressalta Tarcísio.
Recebida uma denúncia, os agentes se deslocam com os procedimentos e processos formalizados em mãos. Inicialmente, procura-se o denunciante, informando-o que o fiscal encontra-se na localidade para o atendimento da denúncia protocolizada por ele. Neste momento, são colhidas o maior número de informações possíveis, acerca da ocorrência. Em seguida, o fiscal se dirige ao endereço do denunciado para o cumprimento da denúncia. Finalizada a fiscalização, o agente se dirige, mais uma vez, ao denunciante para dar ciência do resultado da ação, por meio do auto de constatação a ser assinado por ele.
Fiscalização Expressa em números
Auto de infração por exercício ilegal: 43
Auto de infração por faltas éticas: 56
Auto de constatação: 95
Notificações comuns : 35
Recadastramentos: 319
Total de visitas fiscais realizadas: 548
Avaliação positiva
O projeto do Creci Minas, ainda que implantado há pouco tempo, já colhe os frutos do reconhecimento. Por meio de correspondências e e-mails, denunciantes e corretores de imóveis elogiaram a iniciativa e se declararam satisfeitos com a agilidade e cumprimento ágil das diligências.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

18 dados importantes sobre o mercado imobiliário que você precisa saber!

Pensamento estratégico: esta é uma das características que mais têm se destacado entre os corretores e imobiliárias que têm tido sucesso no cenário econômico e político do Brasil neste ano. Com consumidores inseguros em assumir novos custos, para conseguir fechar uma negociação de venda e aluguel é preciso conhecer o solo onde se está pisando. Ou seja, é preciso ser um especialista em mercado imobiliário!
O conteúdo apresentado faz parte de um estudo chamado DMI (Dados do Mercado Imobiliário), pesquisa realizada com dados de mais de 2 milhões de imóveis ofertados e buscas de consumidores nas 30 principais cidades brasileiras.
Cenário Econômico Brasileiro
  • O PIB brasileiro deve fechar 2015 com uma queda de 3% e para 2016 o cenário não é muito melhor: expectativa de queda de -1%.
  • A inflação do ano deve fechar em 9,7% e a taxa básica de juros, a taxa Selic, em 14,25%. Ambas aumentaram em comparação com o ano passado.
  • O número de imóveis financiados entre maio e agosto deste ano foi de 102 mil. No mesmo período de 2014 o número chegou a 183 mil. O motivo para a queda? As mudanças nas regras de financiamento para imóveis residenciais da Caixa Econômica Federal.
imoveisfinanciados

  • Pelo mesmo motivo, houve um aumento de interesse dos consumidores por aluguel, que cresceu 32% no ano, enquanto caiu o interesse por compra de imóvel.
Preços para Venda no Trimestre
  • O preço médio do m² no Brasil para venda foi de R$ 4.865, um aumento de 0,44% comparado com ao mesmo período do ano passado. Esta variação, entretanto, ficou abaixo da inflação (IPCA) acumulada para o período: 9,43%.
precovenda
  • O “top 5” de cidades com maior valor de m² para venda entre as analisadas pelo DMI são Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Niterói e Recife.
  • As três cidades em que o preço dos imóveis para venda mais valorizou foram Porto Alegre, Fortaleza e Campinas. E as três com maior desvalorização foram Natal, Curitiba e Guarulhos.
  • No Rio de Janeiro, o bairro mais procurado para compra é a Barra da Tijuca. Já em São Paulo, a maior procura é por imóveis em Itaquera. Em Belo Horizonte, Florianópolis, Brasília e Salavador os bairros mais procurados são Castelo, Ingleses, Asa Norte e Pituba, respectivamente.
  • Os 10 bairros com m² mais caro do país para venda se concentram no Rio de Janeiro e em São Paulo. Os valores médios destes bairros vão de R$ 23.256/m² no Leblon a R$13.087/m² em Humaitá, ambos localizados na capital carioca.
bairrosmaiscaros
Preços do Aluguel no Trimestre
  • O preço médio de aluguel no Brasil caiu 6% em comparação com o terceiro trimestre de 2014 e a média nacional por m² ficou em R$ 25,64.
graficoprecoaluguel
  • As cinco cidades com preço médio do m² para aluguel mais alto do Brasil são Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Barueri e Santos.
  • O aluguel valorizou mais no trimestre nas cidades de Florianópolis, Fortaleza e Joinville e desvalorizou mais em Osasco, Natal e Niterói.
O que o mercado oferece X o que as pessoas buscam
  • 74% das pessoas buscam que estão buscando um   desejam pagar até R$ 500 mil, mas no mercado apenas 42% dos imóveis disponíveis está nessa faixa de preço.
  • Este percentual, entretanto, varia de acordo com o valor médio do m² na cidade e a faixa de renda média da população. No Rio de Janeiro, por exemplo, o número de pessoas que buscam por imóveis até R$ 500 mil cai para 66%, enquanto em Vitória ele chega aos 90%.
ofertademanda
  • A maior parte das buscas (84%) é por imóveis de 2 e 3 quartos, que representam 78% da oferta.
  • Imóveis de 2 quartos são os preferidos de quem busca imóveis, principalmente em grandes cidades, como São Paulo..
Perspectivas para os próximos meses
  • Uma pesquisa realizada com pessoas que estão buscando um novo lar aponta que a maioria deles acredita que os preços dos imóveis devem diminuir e a oferta de unidades disponíveis deve aumentar nos próximos meses.
  • Para o futuro podemos esperar uma continuidade do aumento do interesse por aluguel, o crescimento de alternativas ao crédito escasso, como os consórcios, e mais incentivos governamentais para moradias populares.