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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Eles são famosos, ricos e… moram de aluguel!

Eles são famosos, ricos e… moram de aluguel!

Arte: Juliana Romano
Mas e se gente disser que, mesmo com dinheiro suficiente para comprar uma bela mansão (ou duas, três…), muitos famosos estão preferindo morar de aluguel?
Pois é, verdade. Eles preferem morar de aluguel para ter mais privacidade ou experimentar morar num bairro da moda ou ainda viver mais perto do trabalho atual.
Lady Gaga, por exemplo, não se importa em pagar $ 25 mil por mês para viver em Bel Air — um dos bairros mais luxuosos de Los Angeles.
Pagando o mesmo valor que a cantora, o ator Jim Carrey escolheu residir em Nova York, assim como a atriz Anne Hathaway — que paga $ 6,7 mil mensalmente por um apartamento no Brooklyn.
Desembolsando $ 20 mil todo mês, o cantor e ator Nick Jonas também prefere viver em Nova York — bem longe da sua cidade natal, no Texas, e do set de filmagens de Scream Queens.
Já Katy Perry não gasta tanto quanto os outros astros para residir em Hollywood. Seu custo com moradia gira em torno dos $ 8,5 mil por mês.
Assim como Britney Spears sofreu com os fotógrafos (lembra daquela chuva de paparazzi em 2007?), Lindsay Lohan também teve problemas de privacidade no passado. Além disso, sua vida como atriz pede que ela viaje constantemente. Desta forma, o aluguel acaba sendo a opção ideal para a eterna Mean Girl.
Mark Zuckerberg pode até ser dono do Facebook, WhatsApp e Instagram, mas a verdade é que o empresário prefere viver de aluguel como uma forma de conhecer não só a cidade, mas a vizinhança escolhida.
Esse motivo, aliás, é um dos favoritos de quem escolhe morar de aluguel, já que isso torna possível morar em um bom bairro, mesmo que não tenha dinheiro suficiente para comprar uma casa lá — o que não é o caso de Mark, obviamente.
Engana-se quem acha que somente pessoas mais jovens gostam da mobilidade que o aluguel oferece. A atriz Diane Keaton é famosa entre as celebridades pelo seu bom gosto em decoração e o aluguel de suas casas são disputadíssimos. Mas ela mesma escolhe morar — e decorar — a casa de Meg Ryan em Bel Air.
Mesmo com algumas propriedades, Angelina Jolie e Brad Pitt são os reis do aluguel. Com muitas viagens à trabalho — sejam filmagens ou filantropia -, o clã Jolie-Pitt gosta de sentir que está em casa onde quer que vá, sem necessariamente comprar uma para isso.
Também com algumas casas no Brasil, o jogador de futebol Neymar Jr. optou morar de aluguel em Barcelona. Além da cultura europeia não possuir a tradição da casa própria, para quem precisa entrar e sair de um país em um piscar de olhos devido sua profissão, uma casa alugada facilita muito a vida.
Quem confirma a tradição europeia é Tamara Beckwith. A modelo e socialite inglesa mora em Nova York com o marido, também europeu, e ambos acreditam que a ideia de propriedade é muito limitada, ainda mais com tantas coisas legais para alugar por aí!

Por: QuintoAndar

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Cartão aluguel, o que é e como funciona.

 Cartão aluguel, o que é e como funciona.


A partir de fevereiro, o cartão aluguel, lançado pela CEF (Caixa Econômica Federal) em dezembro passado, deve estar disponível aos usuários de todo o País.

De acordo com o banco, o cartão garante o pagamento de aluguel, sem a necessidade de contratar um fiador ou de garantia adicional.

Inicialmente, o cartão aluguel começou como um projeto piloto em quatro imobiliárias de São Paulo (2) e de Goiânia (2). A Caixa espera que, com a abertura do processo, 300 imobiliárias estejam cadastradas em todo o País a partir de fevereiro.

Como funciona
O processo de locação por meio do cartão deve ser realizado em uma das imobiliárias credenciadas pelo banco, as quais irão comercializar o plástico, bem como em uma das agências da CEF.

A CEF garante à imobiliária o recebimento de até 12 parcelas de aluguel não pagas, nas locações de imóveis residenciais. O cliente terá o limite-aluguel, usado somente para pagamento de aluguel nas imobiliárias, e o limite-rotativo, para compra em estabelecimentos comerciais, como um cartão convencional.

Quem não é cliente da Caixa também terá direito ao produto, mas precisa fazer o cadastro.

Alerta

Os consumidores devem ter cautela na hora de aderirem ao cartão aluguel, lançado pela Caixa Econômica Federal, alerta a Pro Teste - Associação de Consumidores.

De acordo com a entidade, mesmo se tratando de uma opção ao inquilino para ausentar a figura do fiador, o cartão pesará no bolso do usuário, que deverá arcar, além da anuidade de R$ 96, com a taxa de manutenção do cartão de 6,67% ao mês.

Ao final de um ano, esse encargo será equivalente a 80% do valor de um aluguel mensal, contabiliza a associação, que aconselha o inquilino a pesquisar também outras modalidades, como o depósito caução e o seguro-fiança. A entidade alerta que, nas opções oferecidas pelo mercado para não precisar de fiador, constata-se que há prejuízo do inquilino.

A advogada e sócia da Duarte Garcia, Caselli Guimarães e Terra Advogados, Renata Lange Moura, compactua da mesma opinião divulgada pela Pro Teste.

"O usuário, por sua vez, não pode desconsiderar o custo de tal garantia, que corresponde, anualmente, a 80% de um locativo mensal, mais o valor da anuidade (R$96), e tampouco deve ignorar a taxa de juros que lhe será cobrada em caso de inadimplemento da fatura", conclui.

Locador
A advogada sustenta que a principal vantagem do locador  é a garantia de recebimento de até 12 aluguéis, mesmo que o usuário esteja inadimplente com suas obrigações na CEF.

"Não obstante o produto esteja sendo altamente festejado na mídia, o locador deve ficar atento ao fato de que a garantia se limita ao valor do aluguel, de modo que encargos da locação não satisfeitos, multas contratuais inadimplidas, eventuais avarias no imóvel e custas e despesas judiciais ficam desprovidas de garantia", diz a especialista.


Fonte: InfoMoney
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2025465&path=/suasfinancas/imove

sábado, 20 de janeiro de 2018

Índice de Locação completa três anos de queda consecutiva

Preço de aluguel residencial encerrou 2017 em queda nominal de 0,69% Entre 2015 e 2017, a queda acumulada foi de 7,1%

Os preços das imóveis para locação registraram ligeira alta de 0,09% entre novembro e dezembro do ano passado.

Pesquisa realizada por LG imóveis.


Se levar em consideração a inflação de 0,44% (IPCA/IBGE), entretanto, houve queda real dos preços (-0,35%). No mês, a maior parte das cidades monitoradas apresentaram alta no preço de aluguel, com destaque para Curitiba (+0,79%), Florianópolis (+0,77%) e São Paulo (+0,40%). Já entre as cidades que registraram queda de preço no último mês, pode-se ressaltar: Niterói (-0,99%), Fortaleza (-0,67%) e São Bernardo (-0,37%).

Considerando os últimos 12 meses, o índice acumula queda nominal de 0,69% no preço médio do aluguel. Tal resultado foi influenciado pela queda
expressiva dos preços em cidades como Rio de Janeiro (-8,49%), Niterói (-7,20%) e Campinas (-3,40%). Já entre as regiões que registraram aumento de preço nos últimos 12 meses, destacam-se Recife (+4,98%), Curitiba (+3,99%) e Florianópolis (+3,15%). Comparando com a inflação no período (+2,95%), o Índice de Locação encerrou 2017 com queda real de 3,54%. É o terceiro ano consecutivo com queda no preço de aluguel
residencial – em 2015, o Índice havia recuado 3,34%, enquanto, em 2016, houve baixa de 3,23%.
Em dezembro de 2017, o valor médio do aluguel de imóveis nas cidades monitoradas foi de R$ 28,25/m². São Paulo desponta como a cidade com o
maior valor médio por m² do país (R$ 35,76), seguida por Rio de Janeiro (R$ 31,87) e Distrito Federal (R$ 29,63). Já entre as cidades com o valor do
aluguel mais barato por m² no mês de análise, destacam-se Goiânia (R$ 15,08), Fortaleza (R$ 16,06) e Curitiba (R$ 17,05).
Comparando-se o preço médio de locação com o preço médio de venda dos imóveis, é possível obter uma medida da rentabilidade para o investidor
que opta por alugar seu imóvel. Esse indicador é relevante, em particular, para avaliar a atratividade do mercado imobiliário em relação a outras
opções de investimento disponíveis. Com base em dados de dezembro de 2017, o retorno médio anualizado do aluguel manteve-se em 4,3%.
por LG imóveis.